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Cálculo OficialCalcular agora

Meta de independência financeira

Quanto patrimônio sustenta a renda que você quer — e quanto tempo até lá.

O quanto você quer poder retirar por mês, em valores de hoje.

Quatro por cento é a heurística mais repetida — não é norma, e não foi medida sobre juro brasileiro.

Deixe em branco para ver só o tamanho da meta.

O que a carteira rende por mês, já descontado o imposto. Em branco, a conta ignora rendimento.

Falta preencher: Renda mensal que você quer sustentar.

Perguntas frequentes

A regra dos 4% é confiável?
Ela é uma referência, não uma garantia, e não é norma nenhuma. Nasceu de um estudo sobre carteiras americanas do século passado, que testou quanto uma retirada anual fixa sobreviveu aos piores trinta anos daquela série histórica. Nada disso foi medido sobre juro, inflação ou tributação brasileiros. Por isso a taxa aqui é campo: rode com quatro, com três e com cinco por cento, e veja o tamanho da diferença.
Por que o patrimônio necessário é tão alto?
Porque a conta é uma divisão, e dividir por um número pequeno produz um número grande. Sustentar cinco mil reais por mês a uma retirada de quatro por cento ao ano exige um milhão e meio: sessenta mil por ano divididos por quatro centésimos. Cada ponto percentual a mais na taxa de retirada reduz muito o patrimônio exigido — e aumenta na mesma medida o risco de o dinheiro acabar antes.
A inflação está na conta?
Não, e isso importa. O resultado está em valores de hoje: se o prazo for de vinte anos, o patrimônio calculado sustentará menos coisas do que a mesma quantia sustenta agora. A leitura honesta do número é como meta em poder de compra atual, a ser revista periodicamente — e não como um valor nominal a alcançar e esquecer.
Como o prazo muda tanto com o rendimento?
Porque a acumulação é composta: o rendimento de cada mês passa a render nos meses seguintes. Em prazos longos essa realimentação domina o resultado, e uma diferença de meio ponto percentual ao mês desloca a meta em anos. É a mesma mecânica da calculadora de juros compostos, vista do outro lado — lá você informa o prazo e vê o montante, aqui você informa o montante e vê o prazo.
Vale mais aumentar o aporte ou reduzir a despesa?
Reduzir a despesa costuma valer mais, e por um motivo aritmético: ela aparece dos dois lados da conta. Cada real a menos de despesa mensal reduz a meta em muitas vezes esse valor, e ao mesmo tempo pode virar aporte. Aumentar o aporte encurta o caminho; reduzir a despesa encurta o caminho e aproxima o destino.

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