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Cálculo OficialCalcular agora

Alugar ou comprar

Qual constrói mais patrimônio no seu prazo — e quanto o imóvel teria que valorizar para empatar.

Sugerimos Taxa Selic acumulada no mês, anualizada, de 01/07/2026. Você pode alterar. Este indicador pode estar desatualizado.

O aluguel do mesmo imóvel, ou de um parecido no mesmo bairro. É esta comparação que dá sentido ao resto.

Por quanto tempo você pretende ficar. O prazo importa, mas menos que a distância entre a valorização do imóvel e o rendimento da carteira.

Este dinheiro é o que a carteira de quem aluga começa rendendo.

ITBI, cartório e avaliação. Pagos uma vez, e quem aluga não paga.

Zero para compra à vista.

Manutenção, seguro do imóvel, e o que mais o inquilino não pagaria.

Premissa sua. O resultado é muito sensível a ela — compare com a valorização de equilíbrio que aparece no resultado.

Quanto rende o dinheiro de quem aluga. Abre com a Selic do último mês publicado.

Premissa sua. Contratos costumam reajustar por IGP-M ou IPCA.

Falta preencher: Valor do imóvel, Aluguel de um imóvel equivalente.

Perguntas frequentes

Por que não basta comparar a prestação com o aluguel?
Porque essa comparação ignora as duas coisas que decidem o resultado. Quem paga a prestação está construindo patrimônio a cada amortização — parte daquele dinheiro volta como imóvel. E quem aluga tem, parado e rendendo, a entrada e os custos de aquisição que não gastou. Comparar só o desembolso mensal favorece sistematicamente quem aluga em prestações altas e quem compra em prestações baixas, e nos dois casos pela razão errada.
O que é a valorização de equilíbrio?
É quanto o imóvel precisaria valorizar por ano para os dois caminhos terminarem com o mesmo patrimônio. Ela é o número mais útil da página porque troca uma pergunta difícil — "alugar ou comprar", que depende de três premissas suas — por uma pergunta sobre a qual você tem opinião: o imóvel valoriza mais ou menos que isso? Se a resposta for claramente mais, comprar sai à frente; se for claramente menos, alugar.
De onde vêm a valorização e o rendimento?
De você. Nenhum dos dois é projeção desta calculadora, e não existe fonte para o futuro. O rendimento da carteira abre sugerido pela Selic do último mês publicado, com a data ao lado, porque é o dado oficial disponível — mas é editável, e o resto é premissa. O resultado é muito sensível aos três chutes: mude a valorização em um ponto percentual e a resposta pode inverter.
O prazo muda a resposta?
Muda, e menos do que se costuma dizer. O que domina o resultado é a DISTÂNCIA entre a valorização do imóvel e o rendimento da carteira: se a carteira rende bem mais que o imóvel valoriza, alugar ganha em qualquer prazo, e ganha mais quanto mais longo ele for — porque a diferença é composta. O efeito dos custos de aquisição, que pesam mais em prazo curto, aparece quando as duas taxas são próximas: com valorização e rendimento parecidos, alugar sai à frente nos primeiros anos e comprar assume em algum ponto entre cinco e dez. Rode a sua conta com dois prazos antes de concluir.
O que ficou de fora da conta?
Coisas dos dois lados, e é honesto dizer quais. Do lado de quem aluga, o imposto sobre o rendimento da carteira, que reduziria o resultado dele. Do lado de quem compra, a corretagem na venda e o imposto sobre eventual ganho de capital. E, dos dois lados, tudo o que não é dinheiro: estabilidade, liberdade de mudar, o custo de um imóvel que não vende na hora em que você precisa. A aritmética informa a decisão; ela não a toma.

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